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Juiz do Bem-estar animal, um novo aliado da Nova Vaquejada

ABVAQ em 02/03/2017

A vaquejada evoluiu bastante nos últimos tempos como cultura e esporte e está a um passo de ser totalmente regulamentada para a tranquilidade e alegria de todos que vivem desta indústria sem fumaça que proporciona milhares de emprego e gera renda, principalmente na região Nordeste.

Junto com essa evolução e para que o esporte ganhe sustentabilidade foi criado o Regulamento Unificado pela Associação Brasileira de Vaquejada (ABVAQ) que visa principalmente o Bem-estar animal e a segurança dos vaqueiros atletas. Esse novo modelo vem exigindo o desenvolvimento de campanhas de conscientização e a implantação de novas funções para que as regras sejam cumpridas à risca. Uma das funções criadas na Nova Vaquejada foi a de Juiz do bem-estar animal, um personagem de suma importância para o esporte equestre.

O Juiz de bem-estar animal atua como autoridade máxima na pista de vaquejada inspecionando os animais e punindo os possíveis excessos contra eles. A sua atuação tem o completo apoio da ABVAQ, ABQM, Ministério Público e Entidades Protetoras de Animais. Eles estão aparados pela lei e ter o poder de orientar e punir chegando a desclassificar aquele atleta que insistir em pôr em prática a mal prática desportiva.

Para atuar como juízes de bem-estar animal, médicos veterinários e zootecnistas participaram de um curso de capacitação, depois de uma avaliação rigorosa e foram certificados pela ABVAQ, ficando habilitados para trabalhar nas provas com a chancela da associação maior do esporte vaquejada.

A própria ABVAQ possui um comitê de ética que fiscaliza e pune, em caso de falhas, os Juízes de bem-estar animal, ao mesmo tempo, que protege todos eles de qualquer ato que atente contra sua integridade moral e física. Qualquer atleta ou chefe de equipe que ouse desrespeitar ou passar por cima da autoridade do Juiz de bem-estar animal deverá responder por seus atos perante a ABVAQ que poderá suspender sua participação em campeonatos e circuitos, sendo que, em casos mais graves responderá também na justiça comum.


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